
E o que me leva a escrever é esta necessidade de expressar meu olhar transformar em palavras os significados que dou aos símbolos e signos com quais estou em contato no dia a dia...
8 de outubro de 2009
Procura...

7 de outubro de 2009
I can change... MAYBE...
Procrastinação, nem eu sabia... Quero dizer, sabia que eu tinha algo de anormal, mas não que existia nome para isso, hahaha
Descobri assim por acaso, buscando a interpretação de uma música que literalmente me afoga em todos sentidos (letra, acordes, mesclas de estilos...): Bittersweet Sinfony (The Verve), encontrei no Blog Ideas No Palabras uma Tradução/INTERPRETAÇÃO que definitivamente esclareceu tudo...
Que conforto saber que
existem outros tantos milhões de seres humanos que também estão sempre buscando melhorar em algo...
Que conforto me traz poder confirmar que essa música sempre significou o que eu pensava!
Que conforto saber que talvez independente de tudo que já tenha escrito...
TALVEZ eu possa mudar.
Forma mais simples de dizer o que as palavras nem sempre podem, imagens.
29 de julho de 2009
Dentro, fora... Fora, dentro de novo...
Mentiras,
Engano...
Eles me dão as armas, o escudo e a espada...
Eles me dão a máscara!
7 de abril de 2009
Rebobinando... Eh... que... voltei (ou não)

Já perdi as contas de quantas vezes cheguei aqui e postei uma canção.
Depois de (deixe-me fazer as contas...) seis meses de abandono do blog, venho outra vez por uma destas canções que por mais simples que sejam conseguem exprimir o sentimento, a revolta, a saturação que temos com todas mentiras que nos foram (e ainda são) contadas...
Com plágio, com Grammy totalmente duvidoso, sendo a “canção da moda” e por fim com todas as criticas possíveis... eu, como sempre, continuo gostando deles e de como conseguem fazer esse “negócio” bem feito em todos os discos..
Esqueça tudo o que te disseram ser a verdade, seja livre e VIVA LA VIDA!
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never
Never an honest word
But that was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Oh, oh, oh, oh, oh
Hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
30 de novembro de 2008
EpaH!

Pois, estando eu distante do Brasil nem sabia da tal polêmica da nova regra de ortografia, e hoje lendo uma notícia que meu marido me enviou, fiquei assim um pouco confusa...para não dizer chocada.
Aqui na Espanha existe também uma Real Academia que pelo que sei atualiza e cuida da preservação do idioma espanhol em todo o mundo, bem a verdade é que as regras “regras” são flexíveis no sentido em que o espanhol falado e escrito aqui e o latino-americano (e o de cada um dos países da América Latina entre si) não são o mesmo, nem podem ser, nem vão chegar a ser... que talvez seja mais por uma questão burocrática.
Acredito que com esta unificação das regras ortográficas irá acontecer o mesmo, o português falado em Angola não será o mesmo que o que falamos (e ainda espero falar muito) no Brasil, pois vão carregados de realidades distintas e complexas, e, ademas são vivos, ou seja, estão em constante mudança e evolução...
Portanto acho que vou continuar escrevendo e falando o brasileiro mesmo... :P
Se bem que, como diz meu marido, já estou misturando português com brasileiro, com espanhol, com inglês e com o diabo a quatro... Imagina com regras novas!
Eu não sou o bom exemplo, mas penso que escrevendo, lendo e compreendendo bem o nosso próprio idioma já estaríamos muito bem, obrigado... Porém existe a BURROCRACIA...ah maldita seja a Burrocracia (herdada dos portugas, claro... hehehe)!
21 de novembro de 2008
¡VAYA! A tal inspiração...

Pois bem, nem sei como e porquê fui me lembrar de voltar aqui…
Talvez algum destes momentos que paro e fico pensando como eram as coisas antes e como elas são agora…
Antes não sei... tinha uma força atrativa entre isso aqui e eu...
Hoje as coisas são um pouco diferentes...
Falta-me muitas vezes aquela vontade de vir aqui e tecer uma crítica, fazer uma análise de coisas que me ocorrem no dia a dia...
E, sobretudo me falta inspiração, essa coisa que “vem de fora para dentro e nos faz soltar de dentro para fora algo que levávamos adentro”, não sei bem onde se esconde a tal inspiração, mas aparece assim sem mais nem menos para nos provar que ainda está viva.
E, talvez por ela esteja aqui e escreva, e fique pensando ou rindo por dentro e, me sinta lisonjeada com o doce vento das palavras...
Ainda que elas não tenham o mesmo sentido para todos...
Não podem ter, mas ainda assim faço muito prazerosamente questão de compartilhar cada uma delas com vocês ou pura e simplesmente com esta tela... com essa tela.
24 de agosto de 2008
7 de abril de 2008
Sonhos (necessários) sempre, sempre (necessários)...
— Se eu tenho sonhos???
— Tenho e, quantos… tantos…
Entretanto, existem momentos em que os sonhos ficam assim, guardados dentro de uma caixa.
O meu sonho ou melhor dizendo meus sonhos estão agora guardados nesta caixa… enquanto faço o que é possivel para se viver feliz… e de certa forma estes pequenos atos terminam direta ou indiretamente levando-nos a concretizá-los e, además, ter quem ame a gente e, de verdade, já é um sonho… e, é o que me basta… o que me dá força para não esquecer do demais…
Assim eu vou buscando, buscando e sei que um dia os encontro… os realizo…
Portanto, temos que ter os sonhos, um milhão de sonhos… e saber o momento certo de torná-los reais
4 de março de 2008
31 de janeiro de 2008
...Eu e Você...

Em outras épocas eu me refugiei ali...
E estive grande parte do meu tempo tentando descrever o que parecia ser uma urgência e, talvez fosse apenas isto...
Uma necessidade urgente de dizer,
de colocar no universo o que eu precisava soltar...
Fosse por palavras, fotos ou símbolos.
E espero, espero de fato que não se acabe que, esta urgência não dependa tão somente dos momentos de tempestade, mas também da felicidade, da saudade, da alegria cotidiana.
Eu posso tê-la...
Eu mereço tê-la...
A vida.
VIDA!
8 de janeiro de 2008
Coragem e, SEMPRE!!!
No final do ano passado (hahahaha, quanto tempo) eu estive refletindo de novo, e, foi uma das poucas vezes para chegar e pensar: Esse ano foi ótimo, não me arrependo de nada que fiz e sou agradecida por tudo que vivi...
Depois de uma certa idade, sei lá, já não sobra muito tempo para estar reclamando das coisas ruins é dar graças a Deus e “pé na estrada”.
Eu espero que este ano seja tudo mais ou menos assim, que seja ‘pé na estrada’ sem ficar arrependendo-se disto ou daquilo, reclamando disto ou daquilo, esperando acontecer isto e aquilo...
Vence o clichê... o que vale é a caminhada, não os obstáculos ao longo do caminho...
Se existe algo que eu posso desejar (para mim, e para todos que conheço real ou virtualmente) em 2008 é isso: Coragem e, sempre!
3 de janeiro de 2008
Desprezo
7 de dezembro de 2007
Hoje...
sacudido
soprado
dissolvido no vento...
e hoje eu queria só
um momento do teu silêncio
hoje eu recebi, olha só!!!
a urgência de teu tempo...
28 de novembro de 2007
De volta...

Curioso como as coisas mudam, e mudam tão rapidamente que sequer nos permitem avaliar muito: como era, ou que hoje é?
Outro dia conversávamos sobre casarmos e, é destas coisas curiosíssimas da vida, faz a gente parar para pensar (no caso me faz parar e pensar muito)...
Como por exemplo, ter esse medo de errar, de não poder responder à altura tudo que essa pessoa espera da gente... não querer ser igual aos pais, ou a tantos outros casais que vejo... ser relativa muitas vezes mais... saber escutar e saber também falar na hora certa...
A única confiança que eu tenho é a que vou ter sempre ele do meu lado...
E isto é extraordinariamente suficiente para eu ter forças em todo tempo, mesmo que eu não tenha mais ao lado braços de gente que tem me acompanhado a vida inteira e me ajudado sempre.
Quando eu pensar no vazio...
...
Sei que ele vai estar lá, nas minhas reticências...
No meu silencioso momento de pensar o mundo...
Quando eu estiver triste ou quando eu estiver irradiando felicidade, ele vai estar... assim como tem estado aqui, como sempre esteve...
Aqui, dentro de mim, há uma mescla, um trânsito de sentimentos que não cabem em palavras, um frio na espinha, mas sobretudo a vontade imensa de me lançar à vida que só tem brilho ao lado dele
no beijo suave que me dá no rosto,
no sorriso que insiste em sair em meus lábios quando nos despedimos...
a tua língua correndo suave no meu rosto para secar meu choro
teu coração batendo aquelas tantas vezes antes de eu adormecer...
tua sinceridade-espada a me cortar a alma,
os teus olhos menino sorrindo,
e...
(sumiu todo medo =)
Pensar neste futuro que vem caminhando de encontro à gente é o que me faz dar mais valor as coisas e as pessoas que tenho perto... e vale lembrar que a aprendizagem é sempre recíproca: cada dia eu sou uma melhor pessoa porque esta Vida tomou diversos, distintos e magníficos significados... Como num balé perfeito...
Como aquelas borboletas que, sempre me acompanham e, insistem em dançar dentro de mim em tantas situações...
Eu te amo vida e, eu sei ;)
— Já sabes...
8 de outubro de 2007
Pedido!!!!!!
Besitos a todos, con cariño
Raquel
22 de junho de 2007
Esperando que o tempo batesse a porta para assustar o coração...
Os olhos se fecharam lentamente, enquanto as imagens se formavam na sua mente,
uma palavra dita por um qualquer;
uma palavra não contestada de imediato eis o resultado,
Essa coisa que se chama sonho...
Abrir as portas para o que ficou interditado,
Subentendido,
Suprimido...
a que melhor nos definiria?
Indefinido.
Porque é o mesmo que imenso (sentimento),
Ilimitado (desejo),
Indeterminado e incerto (o tempo).
7 de maio de 2007
...tão claro...
4 de maio de 2007
Definitivamente sem palavras...
El barrio que fue las orillas.
Los antiguos, que ya no pueden defraudarnos,
porque son mito y esplendor.
Los seis volúmenes de Schopenhauer,
que no acabaremos de leer.
El recuerdo, no la lectura, de la segunda parte del Quijote.
El Oriente, que sin duda no existe para el afgano,
el persa o el tártaro.
Nuestros mayores, con los que no podríamos conversar
durante un cuarto de hora.
Las cambiantes formas de la memoria,
que está hecha de olvido.
Los idiomas que apenas desciframos.
Algún verso latino o sajón, que no es otra cosa que un hábito.
Los amigos que no pueden faltarnos,
porque se han muerto.
El ilimitado nombre de Shakespeare.
La mujer que está a nuestro lado y que es tan distinta.
27 de abril de 2007
:::Eu??? Imagina benhê!!!:::
26 de abril de 2007
::::MERDA::::
O engraçado (ou melhor, dizendo irônico) é que nós temos uma facilidade imensa para apontar os erros, sobretudo se forem alheios e, contudo não sabemos com naturalidade elogiar as qualidades... Dizer o quanto tais pessoas são boas, ou amáveis, ou o quanto são importantes pra gente.
E os elogios vêm geralmente daqueles de quem nada esperamos, para nos ensinar que não dependemos de nada, nem de ninguém... Que o que se plantou ontem será colhido amanhã, no seu devido quinhão... nem mais nem menos do que merecemos.
E, portanto hoje foi meu dia de receber. De qualquer forma fica o meu muuuuuuuuuito obrigado.
E aqueles que dominam do alto do seu pequeno reino (o próprio umbigo) todo o conhecimento que eu confesso, eu não tenho... à estes meu sincero sentimento de desprezo...




