RUMO

E as portas se abrem com a mesma magia dos sonhos matutinos,
Convencem-nos!
Insinuam que a escolha está em nossas mãos...

Entram pelo vão da abertura,
Flutuando em meio à luz diurna as frases:
“Deixe estar o que podia ser...”
“Deixe entrar o que pode!!!”
Rodando, rodando...
Como a saia da senhora que dança
Enquanto confetes, risos e a música dão ao entorno o cenário perfeito...
E se faz o carnaval.

Uma alegria intrépida,
E a crença absoluta (e absurda) na existência de algum destino.

As malas no canto do quarto,
O sorriso no canto esquerdo dos lábios...
E, saio.
Com medo da viagem,
Mas esperançosa...
Sempre esperançosa;
Demasiado.

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